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  30 de dezembro de 2020

Visão Global da Higiene Ocupacional

As Particularidades da Higiene Ocupacional e seus Revérberos

A higiene do trabalho, ou também chamada de higiene ocupacional, compreende às normas e procedimentos adequados para salvaguardar a integridade física e mental do trabalhador, preservando-o dos riscos de saúde inerentes às tarefas do cargo e ao ambiente físico onde são implementadas.

Deste modo, a higiene do trabalho está coadunada ao diagnóstico e à prevenção de doenças ocupacionais, a partir do estudo e do controle do homem e seu ambiente de trabalho. Ela tem cunho preventivo por promover a saúde e o conforto do funcionário, evitando que ele adoeça e se ausente do trabalho (absenteísmo). Inclusivamente, ela engloba o estudo e o controle sistemáticos das condições de trabalho.

Por exemplo, a iluminação, a temperatura, a pressão e o ruído fazem parte das condições ambientais de trabalho. Supostamente, uma iluminação inadequada causa fadiga à visão, afeta o sistema nervoso, contribui significativamente para a má qualidade do trabalho, podendo, inclusive, retardar o desempenho dos funcionários.

Ademais, a falta de uma iluminação adequada num ambiente de trabalho pode ser considerada uma parcela razoável para o surgimento de acidentes, agravando diretamente as organizações. Trabalhos noturnos ou turnos excessivos, temperaturas extremas, pressões anormais, ruído exacerbado e desmedido, concebem desde a fadiga crônica até a incapacidade laboral.

Analogamente, determinado ambiente de trabalho com temperatura e umidade inadequadas é considerado morbígero (insalubre). Por isso, o funcionário deve utilizar roupas adequadas para se proteger do que defronta cotidianamente.

De modo geral, a segurança do trabalho implica no uso jacente de
equipamentos de proteção adequados para evitar lesões ou factíveis desserviços, além de racionalizar os colaboradores a utilizarem os equipamentos de proteção individual enquanto estiverem labutando suas atividades operacionais. Ou melhor, é preciso conscientizá-los da significância protetiva dos Equipamentos de Proteção Individual
(EPI), como, por exemplo, luvas, calçados, máscaras, capacete, óculos de proteção e vestimentas adequadas e condizentes com a essência da atividade incrementada.

Auferido o êxito na ação específica, a organização não só aduz sua diligência e reconhecimento pelo trabalho do funcionário, como também contribui diretamente para a otimização da qualidade de vida dos funcionários.

Atente-se: Em vez de compeli-los a utilizarem os equipamentos de proteção, estimule-os por intermédio de práticas de conscientização e treinamentos específicos.
Feito isso, além de realizarem preventivamente seus ofícios laborais, suas rotinas de trabalho serão desenvolvidas de forma incólume. Portanto, a produtividade dos trabalhadores e a lucratividade da organização serão as recompensas.

Paradoxalmente, em várias organizações difundidas pelo Brasil, muitos
colaboradores prolatam que o uso de EPIs os incomoda. Por esse motivo, de forma geral, os trabalhadores preferem não os utilizar a utilizá-los para salvaguardarem sua proteção, infelizmente.

De fato, os EPIs incomodam os trabalhadores durante a efetuação de
determinada tarefa ou atividade, mas o uso constante desses equipamentos protetivos salvaguarda a incolumidade e a integridade física deles.

Em princípio, é inafastável que as empresas forneçam meios, máquinas e
equipamentos apropriados aos trabalhadores para que eles possam manusear (operar) suas atividades adequadamente. Além de possuírem os mecanismos de segurança apropriados, esses instrumentos devem estar em perfeito estado de uso e conservação.
Atente-se: É sine qua non que as empresas realizem treinamentos para os funcionários e os atentem quanto aos riscos presentes no local de trabalho.

Por exemplo, se determinado funcionário apresentar problemas de saúde ou sofrer acidente de trabalho, a responsabilidade será integralmente da empresa por não ter incentivado ele a seguir os ditames da segurança. Lembre-se: Se você acha que a segurança é onerosa, permita-se experimentar o preço da insegurança.

Destarte, as medidas profiláticas para combater a elevada estatística de
acidentes podem ser estas:

  • Mitigação do ritmo de trabalho.
  • Estabelecimento de pausas periódicas para o descanso (ócio).
  • Otimização da jornada de trabalho.
  • Diversificação de tarefas e ações.
  • Elisão do clima autoritário/despótico na ambiência de trabalho.
  • Participação dos trabalhadores nas tomadas de decisão.
  • Reconhecimento e valorização do trabalho.
  • Valorização das críticas construtivas.
  • Uso de ferramentas e equipamentos ergonomicamente adequados à
  • biomecânica do trabalhador.

Ante isso, é prementemente preciso ressignificar os hábitos nocivos, os vícios desagregativos e as condições deletérias e periculosas de trabalho para que a higiene e a segurança no ambiente de trabalho se tornem humanamente satisfatórias. Por meio dessa prática, o valor humano será destacado na organização.

No interior das organizações, para garantir o desempenho das equipes de
liderança e a produtividade dos setores de trabalho, os trabalhadores precisam ser reconhecidos pelos serviços desenvolvidos no ambiente de trabalho. Atente-se: Para que os trabalhadores sintam o prazer do reconhecimento, a política das organizações deve ser baseada em meritocracia em vez de anos de serviço.

Portanto, quando as organizações se preocuparem mais com a higiene e a
segurança dos trabalhadores, a funcionalidade desse sistema será oxigenada. O fato, de fato, não muda, mas tem a possibilidade de ser ressignificado.

Eng.º Esp. Nycholas Nahes Colombo Duarte.

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