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  18 de fevereiro de 2021

GESTÃO FINANCEIRA

O Impacto do Planejamento Financeiro na Vida das Pessoas

A gestão financeira é a ciência de administrar o dinheiro do seu negócio para proteger e multiplicar seu patrimônio. Afinal, se o escopo é lucrar, deve-se garantir que a empresa fature o suficiente para cobrir seus gastos e ainda gerar valor para o seu bolso.

Entretanto, não basta apenas vender muito para manter as finanças em dia, é preciso também analisar os custos, planejar o orçamento, controlar a dinâmica do estoque, enfim, e várias outras ações que salvaguardam a saúde financeira da empresa.

Ademais, a gestão financeira é o conjunto de métodos e ações que permitem planejar, analisar e controlar as atividades financeiras da empresa. Aliás, é toda ação administrativa que tem como objetivo otimizar os resultados do negócio, aumentar o valor do patrimônio e utilizar os recursos eficientemente. Lembre-se: a gestão financeira pode ser entendida como a administração do dinheiro e dos bens da empresa.

Da mesma forma que controlamos nosso orçamento pessoal para pagar contas e poupar dinheiro para suprir situações de emergência, precisamos cuidar das finanças do negócio para garantir que os ganhos sejam suficientes para bancar os gastos. Atente-se: o controle financeiro empresarial é uma tarefa muito complexa, que exige experiência e visão de negócio para contrabalançar as contas. Além disso, os fins lucrativos justificam a existência do empreendimento.

Eis as funções do gestor financeiro: análise de resultados, planejamento financeiro, captação de recursos, levantamento de custos, análise de investimentos, gestão de cobranças, controle do fluxo de caixa, controle de contas a receber e a pagar, dentre outras congêneres. Portanto, tudo o que engloba a condução das finanças do negócio para maximizar os lucros está no âmbito da gestão financeira, que é alocada diariamente nas empresas.

Destarte, o controle financeiro é o esteio que alicerça as operações do negócio e torna sua atividade lucrativa. Não adianta vender muito se os custos são muito altos, ou investir na expansão se o caixa é insuficiente.

Sem a administração adequada do dinheiro, a empresa acaba tendo prejuízo no saldo final, ou seja, não consegue manter o crescimento sustentável e, portanto, pode acabar endividada ou falida. A sobrevivência de qualquer empresa depende de um alicerce financeiro sólido, estruturado ou coeso.

Mapear o ciclo financeiro da empresa é um dos primeiros passos para colocar a gestão financeira em prática. Fundamentalmente, esse ciclo (fenômeno global de circulação fechada) retrata a movimentação de capital dentro da organização, desde a compra dos insumos ou produtos até o recebimento pela venda.

Diante do contexto, em uma empresa que comercializa mercadorias, por exemplo, o dinheiro começa sendo investido na compra dos produtos dos fornecedores, perpassa pelo pagamento do estoque, transporte e impostos, e depois retorna ao caixa com a venda para o consumidor final. Em outro exemplo, a empresa pode receber os pagamentos dos clientes e só depois pagar pelo transporte, impostos e factíveis investimentos.

O propósito desse processo é garantir que o gestor financeiro conheça o fluxo de perto para manter o capital necessário em caixa e conciliar as datas de pagamentos e recebimentos, de modo que o negócio tenha um ciclo financeiro garantido e eficiente.

Controlar o fluxo de caixa significa ladear o movimento de entradas e saídas de dinheiro do caixa da empresa, ou seja, o que você recebe (+) e paga (-) em seu negócio. Essas transações têm de ser registradas detalhadamente para que o gestor tenha uma visão diária, semanal e mensal dos negócios da empresa.

Atente-se: Para tornar o processo mais eficiente, todas as receitas e despesas, por menores que sejam, precisam ser registradas. Assim sendo, o gestor pode analisar os resultados continuamente e entender o porquê a empresa teve números positivos ou negativos em determinado período (espaço de tempo).

Em relação aos ativos, referem-se a todo bem ou direito que sua empresa possui. Por exemplo:

  • Imóveis.
  • Terrenos.
  • Mobiliário.
  • Frota de carros.
  • Equipamentos.
  • Maquinários.
  • Investimentos.
  • Saldo bancário.
  • Créditos.
  • Estoques (tanto de produtos acabados quanto de matéria-prima).
  • Duplicatas a receber e outros direitos que compõem o patrimônio da empresa.

Por outro lado, no tocante aos passivos, correspondem aos deveres e obrigações do negócio. Por exemplo:

  • Dívidas com fornecedores.
  • Contas.
  • Empréstimos.
  • Financiamentos.
  • Obrigações fiscais e sociais.

Ante esses tópicos, os ativos e os passivos são itens que impactam o patrimônio do negócio. Logo, a gestão dos ativos e passivos é outra tarefa fulcral para manter as finanças da empresa em dia. Atente-se: A variação (diferença) entre os dois é o que determina o valor que a empresa tem no mercado, retratado pelo balanço patrimonial.

Em relação ao capital de giro, concerne àquele dinheiro em caixa que faz a empresa girar, ou seja, que é usado no curto prazo para manter as atividades essenciais do negócio. Essa reserva em caixa deve ser suficiente para cumprir as obrigações da empresa e cobrir os custos enquanto não entram as receitas. Ela mantém o funcionamento do negócio regular, além de evitar colapsos financeiros.

Com base nesses conceitos, portanto, a necessidade de capital de giro varia conforme o ciclo financeiro da empresa, pois quanto mais ela demorar a receber, mais longo será o ciclo e, portanto, maior será a demanda por recursos para custear a operação. É a partir desses gastos que o gestor financeiro decide qual o preço de venda ideal dos produtos ou serviços, onde cortar custos e como (de que maneira) aperfeiçoar os resultados do negócio mês a mês.

Eng.º Esp. Nycholas Nahes Colombo Duarte.

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