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Data de Publicação: 13/10/2016
VOCÊ NÃO PODE DEIXAR DE...

José Carlos Buch 

Você já deve ter ouvido: Ir a Ribeirão sem tomar um chopp no Pinguim é o mesmo que ir a Roma e não ver o Papa. A comparação pode até ser paradoxal, mas realmente as duas coisas fazem sentido, porque o Papa é referência em Roma e o Pinguim, inevitavelmente  nos remete à Ribeirão Preto, embora as duas cidades guardem muitas outras referências. De todo o modo, cada cidade tem um ponto, um produto ou mesmo algo  que a destaca e a torne interessante.  Assim, quando se fala em bordado,  lembra-se de Ibitinga; quando se pensa em cestas e balaios de bambu, Catiguá é a capital desses produtos; doces caseiros, nos remete aos Doces Noemia em Engenheiro Schimdt; paella do Restaurante El Temple Espanha de Monte Aprazível é uma ótima pedida; lombo da Churrascaria Gaúcha de São José do Rio Preto e do Posto Castelinho em São Carlos, são irresistíveis; festa do milho, logo traz a lembrança de Jaci, com o frei Nélio à frente;  calçados masculinos de Franca são imbatíveis; calçados femininos em lojas de fabricas de Jaú são muito procurados; calçados infantis, Birigui concentra o maior número de fábricas; água com vanádio só é encontrável em Ibirá; termas de águas quentes e folclore,  Olímpia é o destaque no país; melhor carnaval do interior, outrora Catanduva era a mais lembrada, atualmente se pensa em Votuporanga; desenho com serragem, pó de café e outros materiais coloridos das ruas no dia de Corpus Christi, faz lembrar de Matão;  caminhada sobre  brasas na noite de São João e quermesse,  constituem tradição em Ariranha; cerâmica e louças nos leva a  Porto Ferreira, a  capital desses produtos; festa do peão, Barretos é mais lembrada e famosa do Brasil,   e por aí vai. A lista é grande e seguramente muitas outras referências deixaram de ser citadas. Mas você não pode deixar de conhecer outros quitutes e guloseimas marcantes na região: Sorvete à moda antiga,  batido com pá de madeira manual e sem gordura vegetal, é especialidade da tradicional sorveteria que fica na Rua XV de Novembro, próxima à linha do trem, em Pindorama; bolinho de nó feito pela Laura Olésia, esposa do Romualdo Lotto,  de Novo Horizonte, imbatível. Tão bom ou melhor dos que eram feitos pelas nossas avós;  coxinhas dos mais variados recheios e sabores de Bueno de Andrada(vilarejo próximo a Araraquara), são insuperáveis; Pinga do Santo Mario, tem pra todos os gostos e bolsos; frango assado e leitoa recheada do Lolo Busnardo de Pirangi, impossível não ganhar uns gramas; chouriço e cudiguim da Porcada de Elisiário-SP., ótimos pra quem gosta; maionese do Restaurante “A Cabana”, incomparável; almoço calórico no restaurante do Piveta,  próximo à Usina Catanduva, é uma tentação; pastel de carne do mercadão de Rio Preto e da barraca da Gra na feira da Rua Pirajuí aos domingos,  os frequentadores dizem que  é impossível comer apenas um;   goiabada do tipo cascão para comer com colher da Santa Gula(receita da Leonilda), faz jus ao anunciado na embalagem – “a melhor goiabada do Brasil”. O universo é grande e, seguramente muitos pontos, cidades e guloseimas não foram lembrados, com as suas peculiaridades e relevâncias. O importante é que,  o  cardápio é amplo e não faltam opções pra quem quer conhecer, comprar, passear e até mesmo ganhar uns gramas. Com essas dicas,  você não pode deixar de conhecer toda essa riqueza que a região oferece, principalmente gastronômica. Então, esqueça por ora a balança e permita-se a fazer pequenas e excepcionais extravagâncias, mas faça-o com moderação. Boa comilança!          

                                       

 

josé Carlos Buch

advogado tributário 

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buch@buchadvocacia.com.br

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